domingo, 16 de outubro de 2011

Das modas...

Alguém é capaz de me explicar a nova moda das miúdas andarem de calções, com o rabo à mostra, literalmente, e depois nos pézinhos trazerem umas botas com pêlo?

Ou andarem com decotes até ao umbigo mas sempre com uma mini echarpe à volta do pescoço?
A sério. Ultrapassa-me.

Eu, no Inverno, também uso vestidos e saias com botas, mas por norma uso collants mais quentes (tipo opacos) e além disso os vestidos têm um comprimento aceitável, não fico com o rabo à mostra.

Claramente, não é uma moda só nossa, que eu em Londres fartava-me de as ver. Mas não compreendo, a sério que não. Vi calções mais curtos que os meus boxers, e muitas vezes sem collants. Mas, para compensar, iam sempre de botas bem quentinhas.
Então, mas afinal têm frio ou não?

Não compreendo. É, realmente, uma cena que não me assiste.

sábado, 15 de outubro de 2011

O verdadeiro problema...

Ora bem, felizmente e até novos desenvolvimentos (que esperemos que nunca venham a dar-se), não vou ser afectada pelos cortes nos subsídios. Mas consigo meter-me nos sapatos de quem o vai perder. Acho mal, muito mal.

Sim, é verdade que o país está na fossa e que é necessário tomar verdadeiras medidas de austeridade, é sim senhora. Mas não deixa de ser extremamente penalizador para as pessoas.

Mas, de facto, não o deveria ser. Passo a explicar,

Em bom rigor, o verdadeiro problema reside nos maus ordenados que se praticam em Portugal. Concordo que os subsídios de férias e de natal, se existem, deveriam ter um carácter complementar, em última análise, o seu fim deveria fazer jus ao seu nome.
Deveria ser um rendimento extra para irmos de férias e perdermos a cabeça nas compras de natal (se isto faz sentido já são outros quinhentos).

O problema é que, efectivamente, os salários em Portugal são baixíssimos. Ganhamos mal, pelo menos a maioria da população. E a tendência ao longo dos anos tem sido baixar cada vez mais, factor que se deve especialmente ao excesso de oferta de mão de obra, especialmente a qualificada. É o modelo básico da oferta VS procura, quando a primeira excede em larga escala a segunda o resultado é sempre o mesmo...

Face a esta realidade, a única solução da população é canalizar os ditos subsídios excepcionais para pagamento de despesas correntes. Facto que se verifica na perfeição na nova modalidade de pagamento, cada vez mais disseminada, de ordenados mensais com percentuais. Este efeito cria nas pessoas uma sensação de melhor salário, quando na realidade continuam a ganhar uma merda. E as pessoas adaptam a sua vidinha e as suas despesas a esse ordenado, muitas das vezes porque não há outra opção, pelo menos se querem viver com a mínima dignidade, noutros casos não será bem assim...mas isso já são contas de outro rosário.

Quando de repente se vêem privadas desse extra, para muitos, isso pode constituir um grave problema. Pode representar uma incapacidade de fazer frente às despesas correntes que todos nós temos, casa, carro, infantários, livros da escola, impostos, despesas de saúde, seguros, gás, água, luz, compras de supermercado...and so on.

Se os ordenados em Portugal fossem decentes, esses rendimentos extra, que são os subsídios, não teriam impacto directo no orçamento das famílias. Como tal, qualquer agregado familiar, ainda que não desse pulinhos de alegria por se ver privado dos seus subsídios, também não ficaria desesperado por não os receber. Ok, não fariam as férias a que estavam habituados, no natal não comprariam as prendinhas luxuosas a que estavam acostumados, mas olha paciência...em tempos de austeridade há sacrifícios que se podem fazer sem vir grande mal ao mundo, o que não podem é deixar de conseguir pagar as contas e passar fome.

Antes de mais, temos sempre de nos lembrar que vivemos num país onde o ordenado mínimo, auferido por muitos, demasiados, é de € 485,00.

Além de que, um ordenado acima dos € 1.000,00 não é necessariamente uma fortuna, especialmente se não tivermos em conta a dimensão e rendimento do agregado familiar.
Seguramente para um FP que ganhe € 1.100,00 mas que tenha um cônjuge que ganhe € 5.000,00, receber ou não o subsidio é capaz de ser irrelevante, no entanto, para outro funcionário que ganhe o mesmo mas cujo cônjuge aufira uns míseros € 485,00 e tenha 1 filho para criar, seguramente, o efeito não será o mesmo.

Uma obra em exposição na Saatchi Gallery que retrata bem a minha reacção às últimas medidas do governo...

Tanta crise, tanta crise...

Mas, claramente, é só para alguns...

Aqui

Uma vez que por cá o cenário é deprimente...

Voltemos a Londres.

Para além das visitas previstas anteriormente visitei ainda o Victoria and Albert Museum, o Museu da Ciência e a Saatchi Gallery.

O Museu da Ciência é bastante engraçado, especialmente para os miúdos.

Na Saatchi Gallery vi algumas obras bem engraçadas.
Esta, por exemplo, é brutal,


A sala tinha imensa claridade, criando este efeito na foto. Roubei a foto abaixo, no site da Saatchi, para que possam ter uma melhor percepção.


                         Esta peça é feita de lâmpadas de cozinha


                           Alguém sabe tocar numa destas??


                          Muito engraçado o efeito


Em linguagem "facebookiana": Saatchi Gallery - LIKE

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Quando não há muitas mais opções...

Já que, aparentemente, estamos (nós e boa parte da Europa) no fim da linha, à beira do abismo...

Lamentavelmente, só me ocorre dizer, 

vaca Sô Dona Merkel mande ligar as impressoras. Vamos imprimir moeda. Injectar dinheiro nas economias.

Nota explicativa: Nunca apoiei esta solução, prática tão recorrente dos EUA, mas admito que, face à actual situação, já não haverá muito mais opções. Naturalmente que tal medida teria de ser muito bem controlada.
Não digo para se emitir ao desbarato, mas o suficiente para colocar os mercados "back on track".

Na altura fez todo o sentido...

Agora, parece-me apenas uma realidade inatingível...


Legenda: The Memorial Gates Trust - the Indian/Caribbean war memorial, London.

É, no mínimo, esquisito...

Causam-me uma certa "espécie" os blogues que, sendo escritos por homens, parecem verdadeiros blogues de gajas.

Não que eu ache que um blog de homem deva falar exclusivamente de bola, mamas, carros, gajas, jogos, desporto e rabos. Nada disso. Mas não sei...há determinadas fronteiras que, depois de ultrapassadas, tornam a coisa...vá, estranha.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Numa palavra...

Descrevo o nosso PM, 

filhodaputa

Nota: Lamento o vernáculo

Pronto...

E quando decido meter fim ao meu período de ignorância e ver o que se passa no país, deparo-me com a merda das notícias de hoje.

Confirmo a teoria do post anterior. Sou tão mais feliz quando estou, qual avestruz, com a cabeça enfiada na areia...

Ignorância...

Tenho andado completamente arredada das notícias do nosso país. 
Desde que cheguei que me tenho mantido sem grandes actualizações das novidades. E, honestamente, tenho de admitir que parte de mim se sente mais feliz assim...

Infelizmente, as "coisas" não se vão embora apenas porque não temos conhecimento delas...
Além disso, tenho para mim que a ignorância apenas traz felicidade até um certo ponto.

Vá, só mais um bocadinho de Londres...

Voltinha no London Eye


São tão fofinhas


É bem gira

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Compras...

"Coltura" à parte...Londres também é uma cidade bem fixe para se ir às compras, especialmente na época de saldos. Ainda apanhei alguns resquícios, embora não tenha feito grandes compras (afinal a austeridade do nosso país não me permitiu entrar em grandes extravagâncias, desta vez).

Mas choca-me ver que eles em muitas coisas pagam exactamente o mesmo que nós...tendo eles ordenados bem melhores...
Isto para não falar nas coisas que são bem mais baratas...mas pronto, também compreendo que o mercado têm uma dimensão bem diferente do nosso...mas é lixado na mesma!

De Londres...

Adorei. Adorei. Adorei.

É uma cidade muito gira. Gostei das pessoas, eram todas muito simpáticas, prestáveis e civilizadas (ou então tive muita sorte, não sei).

Os museus são muito fixes e o facto de serem grátis é genial. Cá , pelos vistos, vai passar a ser um domingo por mês e já gozamos...

Fiquei mega fã do Big Ben. É tão fofinho.

Tenho a certeza que nas próximas vezes que entrar no metro vou ouvir, mentalmente, "mind the gap".
E além disso, nunca mais vou olhar para as nossas linhas da mesma maneira...

Em suma, adorei. É uma cidade bem catita.

Deve ser isso...

É possível sofrer de Jet lag entre Lisboa e Londres??? Digam que sim sff (indulge me). É que eu ando de rastos...só pode ser por isso. 

Pronto, também pode ter sido de não andar a dormir nada e ter voltado direitinha para o trabalho...mas eu prefiro acreditar que é Jet lag.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Back to Lisbon City...

E estou de volta, com muita pena minha...
Infelizmente, o que é bom acaba rápido.

Agora é arranjar forças para ir trabalhar amanhã. O que vale é que no próximo dia 1 entro novamente de férias...haja algo que me dê alento...

sábado, 8 de outubro de 2011

Dasssssss

Ainda bem que lá consegui comprar tabaco antes de embarcar. 
É certo que ando a fumar Marlboro...mas entre isso e pagar as 8 libras que tenho visto a cobrarem por um maço de Lucky Strike, venha o Marlboro, aliás, venha qualquer coisa, até barbas de milho.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Essa é que é essa...

Ainda a propósito deste post,


Imagem roubada, descaradamente, no FB da amiga P.

Porque eu às vezes também sou assim um bocadinho do contra...

Nunca fui à Primark em Lisboa. Já me falaram 500 mil vezes da loja, mas nunca lá fui.
Em boa verdade, o dolce vita tejo é local que não me assiste e no qual nunca meti os pés.

Hoje decidi entrar na loja deles na Oxford Street. Dios mio!
Que confusão dos diabos. Acho que nunca vi, numa mesma loja, tanta concentração de gente por metro quadrado. Note-se, isto ocorreu ao início da tarde de hoje (dia de semana, vulgo, trabalho)...bem sei que os ingleses saem cedo mas não abusemos.

Mais um bocadinho de Londres...

Estou muito fã desta cidade.


Tempo e resultados...

National Gallery
Trafalgar Square
St Paul Cathedral
Westminster Abbey/Parliament Square
British Museum - Amanhã
Piccadilly Circus
Buckingham Palace
Tate's - Domingo, provavelmente
Hyde Park 
Convent Garden
Tower of London - Amanhã
Natural History Museum
London Eye - Domingo vou lá dar uma voltinha...
Oxford Street
Marble Arch
Chelsea

Não me parece nada mal...

Bem sei que me andava a queixar...

Mas sair dos 30 graus abrasadores que se faziam (fazem?) sentir em Lisboa...para sensivelmente metade, também é demais...

Live from London City...

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

E depois da correria...

Já na fila para pagar o tabaco sou informada da ultima chamada para o voo...saio a correr sem o tabaco, faço o embarque e passados 10m ainda continuo à espera que o bus do tranfer arranque...
Do mal o menos...ao pé da porta de embarque havia uma loja onde pude comprar tabaco. Tava a ver que era desta que deixava de fumar...

terça-feira, 4 de outubro de 2011

E daqui a umas horinhas...

Lá vou eu rumo a Londres...vamos ver se sobrevivo até lá. Entre o calor abrasador e as 500 mil coisas que tenho para fazer...help!!

Tenho...

- de fazer a mala, ou pelo menos pensar no que quero levar;
- de passar a ferro as 50 mil peças que não mandei para a engomadoria;
- de meter uma máquina de roupa a lavar;
- de arrumar a casa ou, pelo menos, não a deixar a parecer um curral;
- de acordar cedo amanhã;
 
Pois tenho...mas algo me diz que já não vai ser hoje. Especialmente, porque acima de tudo,

Tenho sono, muito sono.

Antevejo que o dia de amanhã vai ser muito duro, ai vai, vai.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Always look on the bright side of life*...

O IVA da luz e do gás aumentou para os 23%.

Mas...
Podemo-nos refrescar a beber uma coca-cola bem fresquinha, paga a um IVA de 6%** 

Ohhh what a joy!

*Ler o titulo seguido de um assobio (turu...turu, turu, turu)...os conhecedores de Monty Pyton compreenderão, os demais...aproveitai e ide cultivar-vos, ide.

**O anterior governo equacionou o aumento do imposto deste tipo de bens no OE de 2011...mas, acabou por não andar para a frente...

Sobre as privatizações...

É só a mim que este fenómeno das privatizações causa uma certa urticaria?

A sério! Eu consigo tentar compreender que em alturas de crise se recorra à privatização. É uma forma legitima de injectar capital no Estado.

Compreendo também que, salvo raras excepções, ninguém estará interessado em comprar uma empresa que dê prejuízos. Mas privatizar a AdP, a EDP, a REN? Não é assim a modos que dar um tiro no pé?

Por partes,

teorias, como a que ouvi da boca do nosso PR, de que as privatizações podem ser boas soluções porque se traduzem em capital estrangeiro investido no nosso País, claramente, não fazem sentido para mim.
Não querendo questionar as qualidades de economista do senhor, mas...ainda que no curto prazo isso seja verdade no médio e longo prazo isso são balelas.

Um investidor estrangeiro que se preze, assim que os lucros começarem a "pingar", vai agarrar neles e exportá-los.
Será mais do que expectável que qualquer "privatizador" pegue nos seus lucruzinhos e, depois de criar uma SGPS - que tornará accionista - na Holanda ou no Luxemburgo, os transfira para lá sem passar na casa da partida, que é como quem diz, sem sequer pagar imposto em solo nacional (o nosso). Em bom rigor nem sequer os posso censurar, eu faria o mesmo.
Pelo que não compreendo exactamente onde é que é que estas medidas se traduzem em algo positivo para Portugal.

Ponto dois,

Será prudente entregar uma empresa como a AdP nas mãos de um investidor estrangeiro?
Então e daqui a 1,2,3 anos, quando o seu novo "dono" e controlador decidir praticar o preço que bem lhe apetecer, como vai ser? Ficamos simplesmente à mercê dos caprichos de um qualquer investidor estrangeiro?
Ou será que nessa altura, e depois de a ter vendido por tuta e meia, o Estado se vai propor a comprá-la ao quíntuplo do preço a que a vendeu?
Ou será que, em alternativa, vamos todos fazer um furo em casa?

Bem sei que sou mau feitio, mas parece-me descabido.

Além disso, e como diria o gajo cá de casa, com a devida razão, não é suposto determinado tipo de bens e serviços serem controlados pelo Estado? No limite, nem que seja por questões de segurança e defesa do País.

E se de repente rebenta um qualquer conflito e por azar calhamos a estar no lado oposto a quem nos andou a privatizar? Não será arriscado?

Sou só eu que penso assim? Serei, simplesmente, paranóica? 
Anyone?

Insuportável...

Longe de mim ser fã do frio. De querer andar de luvas, sobretudo, gorro, botas ou qualquer outro acessório do tempo gélido e pouco convidativo.

Mas 30 graus em Outubro! Já não é assim um bocadinho de mais?

É que, sinceramente, já não sei onde nem em que posição me hei-de meter para não desesperar com este calor e destilar que nem um animal.

Teoria em que acredito sem qualquer dificuldade...

Dizia-me o meu irmão no outro dia que, na opinião dele, nunca ninguém tomou "medidas" contra o senhor Jardim porque, seguramente, com todos os anos que ele têm de lamaçal vida política, deve conhecer os podres de toda a gente e mais alguém...

Assim uma espécie de - podem-me arrastar para a lama, mas garanto-vos que não vou sozinho.

domingo, 2 de outubro de 2011

Gosto...

E depois do Lisbon restaurant week...

Eis que temos ISTO.

Tive ou não tive pontaria na data? Em bom rigor, foi mais uma feliz coincidência...

Mas vá, e porque nem tudo pode correr espectacularmente bem, depois da vaga de calor que se fez sentir este fim de semana em Londres, com temperaturas a bater nos 29 graus, a partir de 4ª feira baixamos para os 15 graus...

Em estágio...

Já só faltam dois dias...

Um grande exemplo de educação e valores...


Espero nunca mais ouvir o governo a dissertar sobre os jovens e a educação dos mesmos. Espero nunca mais ouvir balelas de campanha eleitoral, onde se revelam todos muito preocupados com a educação no nosso País.

A poucos dias da entrega dos prémios prometidos aos jovens estudantes é que se lembram de dizer que afinal não há nada para ninguém.

Disse o ministro que "...não devemos estar simplesmente a distribuir dinheiro".
É uma opinião, e o senhor seguramente têm direito a tê-la. E que ele queira alterar as regras do jogo para o próximo ano lectivo, sim senhora, está no seu pleno direito. Depois de tantas medidas de austeridade a que temos assistido, seria apenas mais uma...agora aplicar essa medida com efeitos imediatos parece-me, no mínimo, indecente e imoral.

Que raio de mensagem passamos para os jovens? Que é correcto prometerem algo mesmo que depois não o cumpram? É neste tipo de educação e exemplos que o governo acredita? É assim que mostram a sua, suposta, preocupação com o futuro do  nosso País e a educação dos nossos jovens?

Além disso, no buraco que nos encontramos, será mesmo o corte desta verba que nos vai tirar da crise? Estamos a falar de gastar quanto? 300.000,00, 500.000,00 euros? Será que a renovação do WC de um qualquer ministro, ou os 20 motoristas de um ministério não custarão mais?

Deprimente, vergonhoso e ridículo, é o que me ocorre dizer...

Mesmo sem fotos...

Posso-vos assegurar que a prova de vinhos do Alentejo foi muito boa.

Ideias a reter:

Herdade dos Grous sempre a marcar pontos.
Cortes de cima é uma cena que a mim me assiste.
O vinho "Malhadinha" é muito simpático.
Claramente, uma prova de vinhos não é local para se levarem crianças e respectivos acessórios (tipo os carrinhos que embatem nos nossos calcanhares). P'lamordeDeus compreendam isso de uma vez por todas!

Não será de estranhar...


Bom, depois do buraco da Madeira, das medidas de austeridade da  Troika, das ainda mais austeras medidas do governo Português...alguém acha mesmo que seria possível a população não entrar em depressão?? 

Existe ainda, a meu ver, uma outra explicação possível...
 
Todos sabemos a maravilha que é a baixa psicológica. 
Não é fácil provar que é tanga. 
Não somos obrigados a estar em casa, contrariamente às restantes baixas. 
Facultam umas drogas medicações altamente, em que, até pode cair o tecto em cima das nossas cabeças que a sensação não podia ser mais "tou-me a cag**" (é o que dizem, que eu cá nunca tomei dessas drogas). 
Além disso, é uma doença que está muito na moda e os Portugueses são muito "fashion" nestas coisas.

Assim sendo, torna-se pois, um método mais do que eficiente, eu diria mesmo ardilosamente espectacular, de não se ir trabalhar e passar o dia a coçar o rabo pelas esplanadas...

sábado, 1 de outubro de 2011

Off we go...

Para aqui.

Se tudo correr bem, o gaijo vai acabar a noite a uivar à Lua e eu, bem, eu vou estar at the top of my game e a tratar pelo nome mais alguns dos melhores vinhos nacionais.

Logo ponho umas fotos e vos conto como correu.

E depois do AdLib...

A minha incursão pela restaurant week prosseguiu aqui


Adorei. Os souflés do XL são maravilhosos.
As entradas eram muito boas e a sobremesa excelente, mas enorme!

A repetir.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Só me ocorre dizer...

Para quando uma medida deste género na zona da Av. da Liberdade e seus acessos??

Concordo plenamente com estas medidas (claro que, devidamente acompanhadas de boas redes e serviços de transportes públicos). 

Chamem-me fascista, egoísta, comunista, o que quiserem, mas concordo. Acho um real disparate o número de carros que entram diariamente no centro de Lisboa.

E não venham cá com conversas. Muitas das pessoas que vejo, sozinhas, nos seus veículos diariamente no trânsito (note-se, eu estou no bus) não tinham necessidade de ir de carrinho para o trabalho.

Não sou invejosa e não digo isto por não ir de carro. 
O carro já foi o meu meio de transporte para o trabalho. Claro que na altura trabalhava em Oeiras e ir de carro era de facto uma vantagem. Demorava 10 a 15 minutos a chegar.

Assim que comecei a trabalhar em Lisboa passei a abdicar do carro. Porquê? Porque acho ridículo, tendo eu diversos meios de transporte eficientes para chegar a Lisboa, passar horas nas filas de trânsito e ter um custo adicional.

Podem pensar que sou uma ressabiada. Não sou. Felizmente, se quisesse mesmo ir de carro podia fazê-lo. Podia contratar uma avença mensal de estacionamento, que sendo cara não é nada de escandaloso, e custear a gasolina diária, mas sinceramente prefiro afectar os meus recursos financeiros a outras coisas (cada qual saberá de si). E ir de carro para o centro de Lisboa, para mim, não é claramente uma prioridade.

Conheço casos em que ir de carro é uma prioridade. Muitas pessoas ganham imensa qualidade de vida (tempo) ao fazê-lo, mesmo com as filas de trânsito.
Reconheço que as pessoas que tenham turnos "malucos" não tenham muitas opções no que toca aos transportes mas, geralmente, essas também não entopem as principais artérias de acesso à cidade em hora de ponta.
Aceito que para muitos o carro seja uma ferramenta de trabalho (como os comerciais).
Percebo que para quem tenha que ir meter os filhos ao colégio, que não fica próximo de casa, possa ter necessidade de se socorrer do carro sob pena de chegar tarde e a más horas ao trabalho.

Mas digam o que disserem, ninguém me convence que os milhares de pessoas que eu vejo no trânsito todos os dias se enquadram nas pessoas acima descritas. 

Então mas qual é afinal o meu problema? Não estou bem assim?

O meu problema é que podia estar muito melhor. Podia demorar todos os dias 15 minutos a chegar ao trabalho como aconteceu no mês de Agosto. Podia não estar meia hora num autocarro parado no trânsito (isto em dias bons, quando chegar a época das chuvas...ui). Podia não demorar uma hora para chegar a casa depois de um dia estafante de trabalho. Este é o meu problema!

Se houvessem mais vias de bus, ou se o trânsito fosse condicionado em certos acessos, seguramente que isto não aconteceria.

Que as pessoas queiram afectar os seus, muitas vezes parcos, recursos a este fim, é coisa que a mim não me afecta, agora que para isso lixem a vidinha aos outros é que não.

Querem andar de "cu tremido" pois muito bem. Mas para quem opta andar de transportes seria apenas justo que se criassem mais vias para o bus. E se isso implicasse que os "cu tremidos" demorassem o dobro do tempo a chegar porque em vez de 2 vias tinham apenas 1...azarucho.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Foi aqui...


Hoje foi dia de Restaurant week.
O almoço foi no Adlib. Bem bom.

A ementa era muito boa e o atendimento foi excelente, as  funcionárias são muito simpáticas e atenciosas. Recomendo.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Coisas que me "matam"...

Ouvir uma colega lá do trabalho a defender o senhor Alberto João, aka palhaço.

Decidi abstrair-me e dar um desconto, afinal é madeirense a moça. 
Eu tenho para mim que eles sofrem assim uma espécie de lobotomia lavagem ao cérebro à nascença, com direito a updates, para os que vêm viver para o continente, cada vez que lá vão.