Parece que nesta manif as coisas aqueceram um bocadinho.
"Só duas coisas são infinitas, o universo e a estupidez humana, mas não estou seguro sobre o primeiro" Albert Einstein
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terça-feira, 16 de outubro de 2012
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Não comento mas....
Deixo o, verdadeiro, registo biográfico do senhor,
Comento ou não comento...
Relvas...o que dizer?
Acho que só me ocorre questionar se esta malta acha mesmo que os esqueletos que têm nos armários nunca vão ser encontrados....
Ah mas foi tudo legal. Ah pronto, então tudo bem.
segunda-feira, 7 de maio de 2012
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Depois de dormir sobre o assunto...
Cheguei à conclusão que o digníssimo Sr. Mestre até foi bastante simpático nos ensinamentos nas declarações, por ora.
Antevejo que numa futura declaração o discurso seja algo do género,
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Pronto...
E quando decido meter fim ao meu período de ignorância e ver o que se passa no país, deparo-me com a merda das notícias de hoje.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Sobre as privatizações...
É só a mim que este fenómeno das privatizações causa uma certa urticaria?
A sério! Eu consigo tentar compreender que em alturas de crise se recorra à privatização. É uma forma legitima de injectar capital no Estado.
Compreendo também que, salvo raras excepções, ninguém estará interessado em comprar uma empresa que dê prejuízos. Mas privatizar a AdP, a EDP, a REN? Não é assim a modos que dar um tiro no pé?
Por partes,
teorias, como a que ouvi da boca do nosso PR, de que as privatizações podem ser boas soluções porque se traduzem em capital estrangeiro investido no nosso País, claramente, não fazem sentido para mim.
Não querendo questionar as qualidades de economista do senhor, mas...ainda que no curto prazo isso seja verdade no médio e longo prazo isso são balelas.
Um investidor estrangeiro que se preze, assim que os lucros começarem a "pingar", vai agarrar neles e exportá-los.
Será mais do que expectável que qualquer "privatizador" pegue nos seus lucruzinhos e, depois de criar uma SGPS - que tornará accionista - na Holanda ou no Luxemburgo, os transfira para lá sem passar na casa da partida, que é como quem diz, sem sequer pagar imposto em solo nacional (o nosso). Em bom rigor nem sequer os posso censurar, eu faria o mesmo.
Pelo que não compreendo exactamente onde é que é que estas medidas se traduzem em algo positivo para Portugal.
Ponto dois,
Será prudente entregar uma empresa como a AdP nas mãos de um investidor estrangeiro?
Então e daqui a 1,2,3 anos, quando o seu novo "dono" e controlador decidir praticar o preço que bem lhe apetecer, como vai ser? Ficamos simplesmente à mercê dos caprichos de um qualquer investidor estrangeiro?
Ou será que nessa altura, e depois de a ter vendido por tuta e meia, o Estado se vai propor a comprá-la ao quíntuplo do preço a que a vendeu?
Ou será que, em alternativa, vamos todos fazer um furo em casa?
Ou será que, em alternativa, vamos todos fazer um furo em casa?
Bem sei que sou mau feitio, mas parece-me descabido.
Além disso, e como diria o gajo cá de casa, com a devida razão, não é suposto determinado tipo de bens e serviços serem controlados pelo Estado? No limite, nem que seja por questões de segurança e defesa do País.
E se de repente rebenta um qualquer conflito e por azar calhamos a estar no lado oposto a quem nos andou a privatizar? Não será arriscado?
Sou só eu que penso assim? Serei, simplesmente, paranóica?
Anyone?
terça-feira, 20 de setembro de 2011
What else is new...
Entrevistador para Passos Coelho:
- o Sr. disse na campanha eleitoral que o aumento de imposto era uma medida de combate à crise que revelava incompetência por parte dos actuais dirigentes, e disse também que o corte do 13º mês era um disparate e inaceitável. O que mudou desde então?
Resposta:
- Os Portugueses compreenderão que só quando chegámos ao governo é que tivemos a real percepção do problema...
Ui...que resposta tão inesperada.
terça-feira, 21 de junho de 2011
Que deprimente...
Acho que deprimente é a palavra que melhor descreve a situação.
Familiares dos ministros à porta do palácio para cumprimentarem os respectivos como se de uma entrada para a casa do Big Brother se tratasse, muito mauzinho.
Sendo que o auge foi a irmã do Carlos Moedas extremamente contente porque, e já com o irmão dentro do carro, conseguiu acenar-lhe e mandar um beijinho. E a euforia com que a senhora dizia "consegui, consegui, ao menos consegui mandar-lhe um beijo" . Really??
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Hehehe
Agora sim percebi a bonita mensagem de Páscoa. Tá a ver se recupera pontos.
Desculpem-me os fãs, mas aqui se percebe a fraca figurinha que o Passos Coelho é.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
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