Fui ver o Trainspotting 2 este fim de semana.
O tempo passa tão rápido, carai!
"Só duas coisas são infinitas, o universo e a estupidez humana, mas não estou seguro sobre o primeiro" Albert Einstein
Fui ver o Trainspotting 2 este fim de semana.
O tempo passa tão rápido, carai!
Um grande bem haja aos labregos que acham giro não vacinar os filhos contra coisas como o sarampo. A sério. Não arranjem um cérebro não.
Pelos vistos, filho de peixe sabe mesmo nadar...
*creio que é nestas alturas que damos, mesmo (assim à séria), valor à nossa mãe (e sogra).
Por vezes gostava que ter o conceito de "citizen's arrest", nem que fosse só por um dia.
*serei só eu que me deparo com "azelhas" no trânsito, que venho a verificar entretanto que estão a manusear o telemóvel??!
Há dias em que o expoente máximo da minha felicidade é atingido quando chega a hora de ir deitar a pequena pestinha...
Caramba, há semanas que uma pessoa mal tem tempo para respirar, apre!
É só a mim que irrita de sobremaneira o uso ultra, hiper, mega excessivo dos telemóveis em tudo quanto é evento?? (Creio que já falei nisto por causa dos concertos, mas não me apetece ir procurar o post agora)
Aqui há dias fui ver a exposição Tesouros do Egipto, no Pavilhão de Portugal. Fonix, acho que não houve uma alminha que não tivesse tirado umas 50 fotos.
Porra é que ainda por cima ficam ali a empatar o caminho e o acesso a quem quer, efectivamente, ver as coisas.
Uma foto ainda é naquela, mas fazer toda uma foto reportagem da visita...vamos lá a ter juízo pessoas.
Honestamente, por vezes não sei como é que certas pessoas conseguiam viver antes do FB.
Com quem partilhariam todos os "peidinhos" que dão?
Ainda não é desta que a xafarica encerra. Bem sei que pouco interessa, mas interessa-me a mim e isso é quanto basta.
A vida não tem sido muito gentil. Mas como em tudo, é sempre uma questão relativa. O estar vento ou não, por vezes, depende apenas do lado da estrada em que se está.
Andei arredada dos blogues. Não tinha paciência, não tinha espírito e muito menos vontade. Por vezes também não tinha muito tempo, verdade seja dita.
Mas voltei. Voltei a ter vontade de escrever as minhas merdas, fazendo sempre jus ao nome do blog.
O blog é meu, são as minhas merdas. Por vezes também são as merdas dos outros, que o que não falta prái são merdas feitas por tantos (umas boas, outras nem por isso) e merdas de pessoas (também abundam).
Regressei do mundo dos mortos dos blogues (sim já sei, há sempre quem preferisse que eu por lá me mantivesse...para esses, um grande abraço e um baldinho daqueles!).
Deparo-me com blogues encerrados. Um voltou, felizmente! Saravá pipinha, que tanta falta me fazias. Outro continua M.I.A, sim Uva, és tu. Volta por favor que me fazes cá muita falta.
Outros continuam no mesmo registo, uns em bom, outros nem tanto...
Bem, mas cá estou. Viva e de boa saúde (física, que a mental...tem dias) mas a precisar de muito oxigénio...puro.
Tentamos exorcizar os nossos demónios, mas eles estão sempre cá.
O truque é pensar que na realidade não são demónios, são partes de nós que estão cá para nos acompanhar...
Não sei quem me irrita mais, se os extremamente pessimistas e negativos se os super positivos.
Mas aqui que ninguém nos ouve, acho que os super mega optimistas (cheios de energias e merdas tiradas de livros de auto - ajuda) me conseguem tirar mais do sério.
Em que gostava de hibernar e acordar daqui a muitos anos.
Encontrei o meu primeiro cabelo branco num dia que acabou por ser um dos piores da minha vida (se não o pior mesmo).
Puta que pariu os paizinhos que consideram legítimo perturbarem o trânsito para irem buscar os seus petizes ao colégio.
Foda-se! A sério, a situação que se passa ali à porta do Liceu Francês (e não será seguramente só aí) é execrável.
Mas mais execrável é o facto da polícia não fazer nada.
Não querem multas? Era colocarem lá um ou dois agentes ali pela hora da saída (imagino que à entrada possa ser o mesmo) e era só facturarem.
República das bananas do caralho!
Como ver o Portugal real?
É ir ler os comentários dos blogues. Até mesmo dos "rosinhas". Maravilha senhores, maravilha.
Depois de já ter vestido pijama polar ao puto, eis que voltamos aos calções e manga curta.
Só isso explica o calor e afrontamentos que estou aqui a sentir no autocarro (que está longe de ir cheio).
Não obstante muita coisa, still, deixem-me que vos diga, que quem tem a mania que os que pagam muitos impostos ( logo, sustentam os mandriões) são os trabalhadores que levam este e o outro mundo às costas, devia ir passar umas horitas à empresa onde eu trabalho.
Adoro quando sacam da cartada "oh, mas eles até gostam. Faz-lhes bem e eles gostam" quando tentam "justificar" o porquê das suas criancinhas ficarem a cargo dos avós (numa base diária e em substituição do infantário).
Gostam, claro que gostam.
Com meia dúzia de clic's fazemos diagnósticos verdadeiramente assustadores.
Não deixando de ser de louvar este tipo de medidas (intenção, pelo menos), ainda assim, o que é que é suposto fazermos com as crianças dos 5 meses até aos 3 anos??!
Uns trabalham, outros vão ao local de trabalho passar tempo.
A puta da minha úlcera um dia dá cabo de mim. Ou dá cabo de alguém, pelo menos.
Se acho mais revoltante/deprimente/triste a polícia ordenar a uma mulher que tire o burkini ou "expectadores" que aplaudem e gritam "vão para casa" enquanto a cena decorre, com a filha da senhora a chorar ao lado desta.
E o expoente máximo da ignorância será alguém achar mesmo que os radicais, os extremistas, deixam mesmo as mulheres irem para a praia alegremente banharem-se com as filhas (com burkini ou não).
Será mesmo verdade que é muito fácil educar os filhos dos outros, ou há malta que devia ter mais pulso nos seus filhos.
Não sei se tenha mais pena de ter de vir a engolir em seco as coisas que digo, ou se do futuro da minha cria...
A alegria das férias passa assim que me sento à secretária e ligo PC.
Era passarem-me um pano encharcado para as mãos...
Conseguir fazer um trabalho, numa área completamente distinta da nossa formação académica, muito melhor do que uma pessoa dessa área e que recebe para o fazer...
Nem sabia se havia de rir ou chorar.
Comecei um novo ano esta semana. Rumo ao 38...que 37 já cá moram.
O trabalho é mais que muito e a vontade abaixo de zero.
O calor é muito. Mas para a semana meto-me a banhos.
Hoje foi o dia.
E cá com uma pinta.
Tou tão lixada, não estou?
Vejo as notícias do atentando em Nice e sinto-me desolada. Sinto-me triste. Merda de mundo este em que vivemos.
Vejo imagens, várias. Personalidades diversas apresentam, e muito bem, as condolências.
Mas depois penso, e quando rebentam bombas em hospitais, em escolas, em aldeias cheias de mulheres, crianças, centenas de inocentes, por esse mundo fora. Aquele lado do mundo que não está aqui ao lado. Na Síria, no Iraque...
Onde anda esta nossa indignação?
Onde estão as ondas de solidariedade?
No fundo, mesmo lá no fundo, não nos "comovemos" mais agora porque somos mais amigos ou sentimentalmente mais próximos dos franceses (no caso), "comovemo-nos" porque eles estão, literalmente, aqui ao lado. Porque foi na Europa. E a europa é aqui. A europa também sou eu. E o perigo, quando está demasiado perto, mete medo. Mete mesmo muito medo.
Que até já começo a ponderar casar, só pelos dias de licença.
*pelo civil, ok! Não perdi completamente a cabeça...